CAMINHOS ENTRELAÇADOS

Fanfic baseada em Titanic, filme de longa-metragem dirigido por James Cameron.

Autora: Maria Clara Cardoso Silva, 2º B

Capítulo 7 – ANOS DEPOIS DA TRAGÉDIA

Rose e Jack foram uns dos poucos sobreviventes da grande tragédia do Titanic. Eles contavam para as pessoas e estas ficavam sem acreditar, porque eles dois passaram por muita coisa. Eles decidiram iniciar a vida em Nova York mesmo. Depois de alguns anos da tragédia, eles resolveram se casar.

O momento em que Jack pediu Rose em casamento:

Jack leva Rose para um jantar, pois ele disse que queria falar algo importante.

Jack: Rose, minha vida, eu te trouxe aqui no teu restaurante preferido porque eu quero te perguntar uma coisa. Você…

Rose interrompeu Jack.

Rose: Jack, deixa eu falar primeiro? Eu quero falar uma coisa, é uma grande notícia.

Jack: Qual é?

Rose: Eu posso falar?

Jack: Fale.

Rose: Não. Fale você primeiro, porque se for ruim o que você vai falar, eu te deixo aqui mesmo e nunca mais olho para sua cara.

Jack: Calma aí, não precisa disso.

Então, Jack fica de joelhos e tira uma caixinha com as alianças do seu bolso.

Jack: Rose, meu amor, quer casar comigo? – pergunta emocionado ao abrir a caixa.

Rose: O que? É sério isso – questiona surpresa.

Jack: Claro que sim. E aí, aceita?

Rose: Sim, sim, mil vezes sim! – responde apaixonada, abraçando-o e beijando-o.

O restaurante todo aplaude.

Jack: E aí, qual é a grande notícia?

Rose: Eu vou ser bem direta.

Jack: Está bem.

Rose: Jack, eu estou grávida – diz rindo.

Jack: É sério isso? – ele fica sem reação.

Rose: É sim.

Jack: Que notícia maravilhosa, meu amor! Amanhã mesmo a gente vai marcar a data do casamento.

Rose: Mas já?

Jack: Mas é claro!

No dia seguinte, eles marcaram a data do casamento. Em três meses, eles se casaram. Foi um dia muito feliz. A cerimônia foi bem simples, com apenas alguns amigos.

Meses depois, nasceu a linda menina. Os pais decidiram fazer uma homenagem à mãe de Rose, colocando o nome de Ruth na filha.

Anos depois…

Tiveram netos e bisnetos – uma das maiores alegrias de Jack e Rose.

Certo dia, a família decidiu fazer uma festa para comemorar o aniversário de 100 anos de Rose. Foi uma verdadeira alegria! A festa durou a tarde toda. Mas o que ninguém sabia é que esta seria a última festa de Rose e Jack. Nesta mesma noite, Jack e Rose morreram juntos, enquanto estavam dormindo. Jack tinha 105 anos e Rose tinha 100 anos.

Foi uma linda história de amor que durou até o último suspiro dos dois. Esta história é uma prova de que o amor verdadeiro existe, supera qualquer dificuldade, pois o homem e a mulher passam por isso juntos.

               FIM

CAMINHOS ENTRELAÇADOS

Fanfic baseada em Titanic, filme de longa-metragem dirigido por James Cameron.

Autora: Maria Clara Cardoso Silva, 2º B

Capítulo 6 – A TRAGÉDIA

Ao passo que Rose se apaixonava por Jack, ela se sentia cada vez mais livre, uma coisa que nunca conseguiu ser, isso continuava encantando-a. Rose sempre andou de cabelos presos, roupas chiques, mas agora… agora, ela se sentia livre!

Jack e Rose saíram do convés e foram ao subterrâneo do navio, onde tinha máquinas que movimentavam o navio.

Rose: Eu nunca tinha vindo aqui, Jack.

Jack: Por isso mesmo eu trouxe você aqui, para fugir um pouco da rotina.

Rose: É… às vezes, é bom, já que é muito difícil eu sair da rotina.

Jack: Isso vai mudar em breve.

Rose: Ah, é? Por quê?

Jack: Mas, é claro, quando você deixar o metidinho do Cal para se casar comigo.

Rose: Tá bom. Eu não quero mais falar sobre isso. Vamos ver o porão do navio.

Depois que eles visitaram todo o porão, resolveram voltar para a parte superior. Nesse momento, Cal e seus capangas já estavam à procura dos dois.

Cal: Eu quero que vocês os encontrem, nem que tenham que revisar o navio todo!

Capangas: Sim, Senhor!

Depois de um tempo, conseguiram encontrá-los.

Cal: Onde vocês estavam?

Rose: Não começa, Cal, por favor!

Cal: Como assim, não começa, Cal?! Você sai com esse pobretão e não diz nem para onde vai. Você acha que vou deixar assim?

Rose: Primeiro, respeita o Jack. Segundo, eu e ele não estávamos fazendo nada de mais, a gente só estava caminhando por aí.

Cal: Você acha que eu vou cair nessa conversa idiota?

Rose: Já chega, Cal!

Enquanto eles estavam discutindo, Cal conseguiu colocar um colar no bolso de Jack e fingiu que ele o tinha roubado. Então, Jack foi preso com algemas num dos quartos.

Mais tarde, o capitão tinha avistado um iceberg que estava próximo ao navio. Eles fizeram de tudo, mas os dois se chocaram, e uma parte do navio foi quebrada, o que deu início à inundação. Os trabalhadores do porão entraram em desespero. Todas as portas à prova d’água foram fechadas. Rose saiu correndo atrás do Sr. Joseph (dono do navio).

Rose: Eu vi o iceberg e estou vendo nos seus olhos. Quanto tempo temos?

Joseph: Uma ou duas horas, no máximo!} – disse nervoso.

Rose saiu correndo até as cabines da terceira classe. Mas, quando chegou lá, já estava tudo inundado. Tomou coragem e foi atrás de seu amor. Rose gritava por Jack. E Jack escutou-a, conseguindo encontrá-la.

Rose: Jack! Você está bem? – correu até ele e abraçou-o preocupada.

Jack: Estou sim. Melhor agora com você aqui.

Eles se abraçam, e Rose percebe que Jack está algemado a uma barra de ferro.

Jack: Rose, vê se alguma dessas chaves serve. Se não estiver enganado, é uma pequena prateada.

Rose não encontrou, então foi buscar ajuda. Ela saiu, e, ao voltar, o nível da água havia aumentado, tendo, portanto, a necessidade de passar pelo corredor pendurada nas barras que estavam no teto. Assim, chegou na cabine, onde estava Jack, trazendo um machado, o que não era nada bom, ou talvez fosse…

Jack: Rose, bate nessa madeira para ver a sua mira.

Rose bateu, e os resultados não foram bons.

Rose: Não foi muito legal, não é?

Jack: É, não foi.

Rose: Mas vou tentar de novo e, dessa vez, vai ser na algema.

Jack: Rose, meu amor, é melhor você tentar em outra coisa, pelo amor de Deus!

Rose: Jack, eu vou conseguir desta vez. Confia em mim.

Jack: Tá bom, já que eu não tenho opção. Então, vou contar até três, e você vai.

Rose: Beleza.

Jack: 1, 2, 3 e já!

Jack fecha os olhos com toda a força que ele tem. Rose não estava muito confiante, mesmo assim tentou e conseguiu quebrar a algema que prendia Jack.

Jack: Parabéns, meu amor, eu sabia que você iria conseguir.

Rose, Uhum, sei…

Então os dois foram em busca de saída, mas os funcionários proibiram a saída dos de classe mais baixa. Eles tentaram outro corredor e encontraram uma porta que tinha acabado de trancar. Desesperados, gritaram por ajuda, e apareceu um funcionário que tentou ajudá-los a sair dali. Mas, cada vez, a água aumentava. As chaves usadas para tentar abrir a porta caíram no chão, mas Jack nadou e as pegou. Finalmente, após muita luta, conseguiram abrir. Eles saíram nadando, pois estava muito cheio. Momentos depois, chegaram ao convés, onde Jack colocou Rose no bote. Vendo que Jack não a acompanharia, ela pendurou-se no navio, o que fez Jack voltar.

Jack: Rose, não… Vá, por favor!

Rose: Não, não vou sem você.

Mas, de repente, o navio começou a afundar mais e mais. E não era mais possível alguém ir para para bote algum. O navio ficava cada vez mais inclinado. Jack e Rose se penduraram nas grades do navio e ficaram abraçados. O navio já estava de cabeça para baixo, e foi afundando, afundando cada vez mais. Quando chegou ao fim, Jack e Rose foram para o mar, flutuando. Jack encontrou uma porta boiando e colocou Rose em cima.

Rose: Vem, Jack. Agora você.

Jack: Não dá para aguentar. Eu vou ficar bem.

Rose: Jack, por favor, vem logo. Você vai congelar, a água está muito gelada.

Jack: Está bem.

Rose ajuda Jack a subir na porta. Os dois acabaram ficando lá por um tempo. De repente, passou um bote e Rose chamou Jack.

Rose: Jack, Jack, acorda. Te, um bote próximo a gente.

Jack: Não sei, sinceramente, não sei, mas o importante é que a gente está junto, e vamos superar isso, está bem?

Rose: Uhum.

Enquanto os dois observavam a Estátua da Liberdade, um policial os parou e perguntou.

Policial: Qual o nome da senhorita?

Rose: Rose Dewitt.

Policial: E do senhor?

Jack: Jack Dawson.

Morreram milhares de pessoas dessa tragédia, inclusive Ruth (mãe de Rose) e Cal.

CAMINHOS ENTRELAÇADOS

Fanfic baseada em Titanic, filme de longa-metragem dirigido por James Cameron.

Autora: Maria Clara Cardoso Silva, 2º B

Capítulo 5 – APENAS ISTO

Depois do lindo beijo, Rose diz a Jack que quer que ele faça um desenho dela. E leva-o para os seus aposentos.

Jack: Rose, olhe, é muito perigoso eu estar aqui, podem descobrir.

Rose: Chiiu, não tem ninguém aqui.

Jack pega o seu caderno e lápis.

Rose: Jack, quero que me pinte com isto (ela lhe mostra o colar).

Jack: Ok.

Rose: Apenas isto!

Jack fica parado, tentando entender o que ela quis dizer.

Rose: Quero que me pinte como uma de suas francesas.

Jack fica sem palavras e senta em um sofá, ajeita-se e começa a mexer em seus lápis. Rose se aproxima.

Rose: Jack…

O rapaz fica sem jeito.

Jack: É… Vai para a cama… quer dizer, para o sofá, é para o sofá mesmo.

Jack acaba percebendo que confundiu as coisas. E começou a pintar. Cada vez mais, os olhos de Jack brilhavam por ver a mulher que amava assim…

ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO GANHAM FESTA DE FORMATURA, CONCLUINDO COM ÊXITO ANO LETIVO DE 2023

No dia 14 de dezembro de 2023, a Escola Estadual de Ensino Médio John Kennedy (Zenóbio Toscano) realizou a Solenidade de Formatura do Ensino Médio dos estudantes concluintes dos turnos manhã, tarde e noite. A cerimônia ocorreu no ginásio da escola e foi prestigiada pelos estudantes e seus familiares, equipe de gestão e professores.

Deu-se início às 19h30min., conduzida pelo Professor Genes, cerimonialista do evento, o qual seguiu a pauta, fazendo a chamada para a entrada descontraída dos formandos; composição da mesa; entoação do Hino Nacional e do Hino de Guarabira; discursos da gestora, dos professores e dos alunos; juramento e agradecimento das turmas graduadas e entrega dos certificados. Na sequência, os convidados degustaram o jantar preparado com mistura de sabores e temperos, isto é, pratos da culinária regional. E ainda curtiram o som do cantor e compositor Janiel Augusto.

A festa foi registrada nas redes sociais pela comunidade escolar, que curtiu, comentou e compartilhou emoções, momentos e experiências que marcaram o crescimento, a dedicação e a conquista dos jovens estudantes. Afinal, eles celebraram não apenas a conclusão do ensino médio, mas também o início de uma nova jornada repleta de possibilidades.

A gestora publicou em sus redes sociais nota de agradecimento a todos que contribuíram para que a festa fosse um sucesso: “Gostaria de, primeiramente, agradecer a Deus, por nos dar a oportunidade de realizar mais um grandioso e belíssimo evento. Agradecer aos professores, coordenadores e apoio pedagógico pela presença e colaboração na noite de ontem. Gratidão ao Professor Genes, pela apresentação do evento; agradecer aos colaboradores, de uma forma geral, pois passaram todo o dia de ontem empenhados em deixar aquele ambiente impecável para receber nossos convidados. Adriana, obrigada pela arte belíssima do bolo e a Deise pela comida maravilhosa que fez com tanto carinho e dedicação. Foi tudo maravilhoso!!! Mais um evento concluído com sucesso!!!”.

O gaZeTa news estudantil deseja que este momento seja um impulso para o futuro, e que cada estudante possa seguir seus sonhos com coragem e determinação, lembrando-se sempre do poder que a educação pública tem de transformar vidas e da responsabilidade que cada um tem como agente de mudança. E a EEEM John Kennedy (Zenóbio Toscano) agradece por fazer parte deste capítulo tão especial, parabenizando os queridos graduandos e desejando-lhes uma trajetória brilhante.

Confira alguns registros do evento.

PROGRAMA ESTADUAL PRIMEIRA CHANCE SELECIONA ESTUDANTES DA ESCOLA ZT

Estudantes da EEEM John Kennedy (Zenóbio Toscano) foram aprovados no Curso de Formação de Operador de Supermercado para Estágios do Programa Estadual Primeira Chance em empresas no segmento de varejo alimentício (supermercados), regulamentado pelo EDITAL No 17/2023 – SEE/FAPESQ/PB.

Após o lançamento do edital, em 19/08/2023, os estudantes passaram por diversas etapas e chegaram à seguinte classificação:

De acordo com o edital, as vagas oferecidas seriam ocupadas obedecendo rigorosamente à ordem de classificação por cidade, observando a quantidade de empresas selecionadas.

Na expectativa para a convocação, os estudantes aprovados acompanharam atentos os trâmites de documentação para formalização do Termo de Compromisso, as publicações acerca de editais, normas complementares, avisos, portarias, chamadas e etapas nos endereços eletrônicos e, agora, realizam as atividades de estágio.

A EEEM John Kennedy (Zenóbio Toscano) parabeniza seus estudantes, já concluintes do Ensino Médio, que ingressam no mercado de trabalho com a preparação necessária para atender às demandas profissionais.

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Fanfic baseada em Titanic, filme de longa-metragem dirigido por James Cameron.

Autora: Maria Clara Cardoso Silva, 2º B

Capítulo 4 – ESTOU VOANDO

Ainda na festa, eles aproveitaram muito que nem sequer viram a hora passar. Depois, os dois foram cada um para o seu quarto e estava bem tarde. Quando Rose chegou no quarto, Cal estava esperando-a com muita raiva e, ao mesmo tempo, preocupado.

Cal: Posso saber onde você estava?

Rose: Ah… Oi, Cal, já não era para você estar dormindo?

Cal: Eu não vou perguntar de novo.

Rose: Olha só: eu não te devo satisfação tá legal?!

Cal: Você me deve sim ou eu tenho que lembrar que sou seu noivo?

Rose: Não, Cal, não precisa!

Assim que Rose termina de falar, Cal segura forte no braço dela.

Cal: Olha, se eu descobrir que você estava com aquele tal de Jack, você… – diz alterando a voz, mas é interrompido por Rose.

Rose: Dá para soltar-me?! E não, Cal, eu não estava com ele!

Cal: E onde você estava? – diz soltando o braço da moça.

Rose: Eu estava dando uma volta por aí. Satisfeito?

Cal: Não. E por que chegou tão tarde?

Rose: Cal, já chega! Sai do meu quarto agora, porque eu quero descansar! – diz apontando para a porta.

Cal: Essa conversa não acabou ainda.

Rose: Tchaauu, Cal! Despede-se, abrindo a porta.

Ele sai, e Rose vai descansar.

No dia seguinte, em um filme de tarde, Jack e Rose se encontraram novamente, mas não foi nada por acaso… Jack disse que queria levá-la para algum lugar, e ela aceitou.

Jack: Suba aqui.

Rose: O quê?

Jack: Suba.

Rose subiu na ponta do navio, e Jack segurou em sua cintura.

Jack: Você confia em mim?

Rose: Sim.

Jack: Então, me dê as mãos e feche os olhos.

Rose fez o que Jack pediu.

Jack: Pode abrir.

Quando Rose abriu os olhos, sentiu-se estar voando.

Rose: Jack… Eu estou voando!!!

Depois de um tempo, Rose desce e olha para Jack, que retribuiu o olhar com um lindo sorriso.

Jack: E aí, gostou?

Rose: Sim, eu adorei!

Então, os dois se aproximaram e deram um beijo super apaixonado.

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Fanfic baseada em Titanic, filme de longa-metragem dirigido por James Cameron.

Autora: Maria Clara Cardoso Silva, 2º B

Capítulo 3 – CONTINUAÇÃO DO JANTAR

Jack leva Rose para andar pelo navio… Param numa varanda para conversar.

Jack: Ei, você agora vai aprender a cuspir como homem.

Rose: O que? Como assim?

Jack: Olha, presta atenção, você vai cuspir bem forte no mar.

Jack faz, e Rose tenta fazer igual, mas ela não consegue e os dois riem. Assim que ela faz isso, a mãe dela chega, como sempre para atrapalhar. Ela estava com as acompanhantes e, ao ver aquela cena horrível, já que Rose era uma jovem digna de postura e elegância, interroga a filha.

Ruth (mãe de Rose): Mas o que significa isto?

Nesse momento, Jack estava preparando-se para mostrar uma nova cuspida a Rose, mas desistiu. A mãe de Rose o olha com cara de desprezo.

Ruth: Rose, eu não quero você andando com esse rapaz, entendeu?

Rose: Pra que isso, mãe?

Ruth: Filha, você não vê que ele não é de nossa classe?

Rose: Mãe, para com isso, não tem pra que eu fazer isso!

Ruth: Eu não vou falar de novo!

Rose: E se eu falar que ele foi convidado para o jantar?

Ruth: O que? O da primeira classe? Com a gente?

Rose: É, mãe. Eu e o Cal fizemos questão de convidá-lo.

Ruth lembrou que Cal havia comentado isso com ela.

Ruth: E como ele vai? Pois eu acredito que ele não tenha vestimenta adequada.

Rose: Mãe, já chega! Vamos indo…

Então, elas se despedem de todos. E Rose, novamente, deu uma piscadinha para Jack.

Uma das acompanhantes da Senhora Ruth, a Senhorita Molly Brown, viu aquela cena toda e decidiu ajudar Jack, afinal as palavras da mãe de Rose foram uma verdadeira barbaridade.

Molly: Meu querido, você não está com certas vestimentas, venha, vou te ajudar com isso.

Jack: Está bem.

Algum tempo depois…

Senhora Molly veste Jack com um terno de seu filho. Jack fica irreconhecível. Ele vai para o salão principal e espera por Rose. Demorou alguns minutos, até que Rose apareceu. Como na maioria da vezes ela anda distraída, esbarra em Jack e não o reconhece.

Rose: Desculpe-me, senhor, não o vi aí.

Jack: Não tem problema, senhorita.

Quando Jack vira, vê que é Rose.

Rose: Ah, Jack, é você, quase não te reconheci.

Jack: Eu mudei tanto assim é?

Rose: Um pouquinho.

Os dois começam a rir. Então, descem as escadas e, enquanto estavam descendo, Jack olhou encantado para Rose, assim o sentimento surgiu. Os dois vão juntos até o local do jantar. Jack se apresenta e senta-se à mesa, mas a Senhora Ruth fica incomodada, pois não pensou que Jack poderia estar tão arrumado.

Ruth: Senhor Dawson… É isso?

Jack: Sim, senhora.

Ruth: Então… Onde exatamente mora, Senhor Dawson?

Jack: Bom, no momento, meu endereço é URMS Titanic. Depois estou nas mãos de Deus.

Ruth: E como tem meios para viajar?

Jack: Eu trabalho de lugar em lugar sabe… em navios de carga, mas eu ganhei a passagem em um sorteio, foi sorte ou, melhor dizendo, foi mão de muita sorte…

Amigo de Ruth: Bom, toda vida é um jogo de sorte.

Cal: Um verdadeiro homem faz sua própria sorte, não é, Dawson? – pergunta enciumado.

Jack: Hunrum, com certeza.

Ruth queria deixar Jack sem resposta.

Ruth: Senhor Dawson…

Jack: Diga…

Ruth: Acha esse tipo de existência, sem raízes, atraente?

Jack: Sim, senhora. Eu acho. Afinal, eu tenho tudo o que preciso comigo: eu tenho ar nos meus pulmões e algumas folhas de papel em branco. Gosto de acordar de manhã sem saber o que vai acontecer… quem irei conhecer… ou até mesmo onde vou parar. Olhe, outra noite, eu estava dormindo debaixo da ponte e, agora… agora eu estou no melhor navio do mundo, tomando champanhe com tanta gente boa e importante. Eu acho que a vida é um dom, e não pretendo desperdiça-la. Nunca se sabe a mão que irá receber em seguida, a gente aprende a aceitar a vida como se apresenta.

Assim que Jack termina de falar, joga um isqueiro para Cal acender um cigarro.

Jack: Ah, pegue, Cal 9joga o isqueiro). Fazer cada dia valer a pena.

Rose, então, levanta a taça de champanhe e propõe um brinde.

Rose: Um brinde a “fazer valer a pena”.

Jack e Rose se olham apaixonadamente.

O jantar estava finalizando, então Jack se despede.

Jack: Bom, eu já vou. Foi um prazer jantar com vocês. Espero que tenhamos mais como esses.

Rose: Pode ter certeza que vai, Jack.

Assim que Jack termina de falar, entrega um papel sigilosamente a Rose, onde estava escrito o seguinte:

Depois de alguns minutos, Rose vai até as escadas e encontra Jack. Juntos, vão para a área dos “pobretões”. Jack a apresenta para o pessoal, e Rose percebe que estar lá era mil vezes mais divertido do que um jantarzinho chique, pois tinha bebida, festa e música.

Jack chamou Rose para dançar. Rose quase caiu, mas Jack foi mais rápido e a segurou, e tiveram uma linda troca de olhares.

Jack: Peguei você.

ALICE

Por: Ingrid Gabriely G. Germano; Maísa Paulino; Maria Aparecida Oliveira; Michelly Rodrigues Moreno; Adrian Mikael dos Santos; Erylam Gomes; 2º E

Era dia 7 de janeiro de 2007, quando Alice nasceu. Morava numa cidadezinha chamada Mystic Falls, cidade de poucos habitantes. Alice era uma criança doce e adorada por todos, nunca dava trabalho aos seus pais. Seus pais eram um pouco complicados, eles sempre brigavam. Seu pai chegava bêbado em casa querendo agredir a sua mãe, enquanto Alice ficava ouvindo toda a gritaria em seu quarto. Era apavorante para a criança, que, consequentemente, chorava todas as noites com medo de que ele fizesse algo contra sua mãe, isso a fazia fugir algumas vezes pela janela do quarto.

A menina foi crescendo nesse enredo. Houve um dia em que seu pai foi preso, e, embora ela tivesse entre seis e dez anos, nunca soube o porquê. Apesar de tudo, Alice amava seu pai, porque ele sempre lhe dava tudo, e ela era a princesinha dele. Embora fosse bruto com sua mãe, com Alice era diferente, ele amava a menininha dele, assim ele dizia.

No começo, ela achava que ele estava morando em algum lugar longe, mas depois ela foi crescendo mais e viu que o seu pai não era perfeito e que a sua mãe também não o era e que, talvez, eles não foram feitos um para o outro. E ela passou a quase nunca ver o seu pai.

Passados cinco anos, o pai da garotinha, finalmente, saiu da cadeia. Ela já estava no início da adolescência, movia mundos de fantasia e achava que seria diferente, que agora a sua família se tornaria normal.

Alice também sofria bullying na escola onde estudava, por conta de sua aparência, do seu corpo, com isso surgiram várias inseguranças, ela achava que era inferior às outras garotas, pois, até em casa, surgiram comentários sobre o seu corpo. Além disso, era cobrada por “não ser muito inteligente” como a prima Alexa.

Cansada disso tudo, a jovem não demonstrava.

Ao ingressar no 9ª Ano, Alice conheceu o primeiro namorado. Tudo começou com um simples “bom dia”. No começo, ela não queria se apaixonar, até porque era muito nova e seus pais não aceitariam o namoro, por esse motivo, quando Ethan a pediu em namoro, ela recusou, mas já estava completamente apaixonada.

Então, eles resolveram namorar escondido por um tempo, até Alice completa quinze anos – esse foi o acordo entre eles. Os encontros aconteciam na escola em que estudavam.

Com completaram entre cinco a seis meses de namoro, eles não queriam mais esconder o namoro. Ethan resolveu ir à casa de Alice e pedir aos pais dela a aceitação do namoro. No começo, a mãe da menina não aceitou muito bem, mas depois deixou.

Após algum tempo de namoro, Ethan começou a ficar distante e indiferente. Sem entender o que estava acontecendo, já estava esgotada de ouvir que não era nada e que estava tudo bem. Ela sabia que não estava. O rapaz passou a quase não frequentar a casa da namorada.

Passados alguns meses, eles mudaram de escola. Começaram a estudar numa escola integral, o dia todo. Ela pensou que seria muito bom já que eles passariam um tempo maior juntos, mas não foi isso que aconteceu. Ethan passava por Alice e fingia que não a conhecia. Ela ficava muito mal com isso, tanto que resolveu falar com ele pelo celular, mas ele insistia que não era nada e que ela estava ficando louca.

Algumas semanas se passaram, numa segunda-feira qualquer, ele mandou uma declaração para Alice, dizendo que a amava. Ela ficou muito bobinha, tão feliz que para ela aquelas palavras significavam muito. Pensando que Ethan havia mudado, foi surpreendida na quinta-feira da mesma semana, quando ele enviou um texto terminando o namoro. Sem entender nada, ela começou a chorar ao ponto de soluçar constantemente – Alice nunca havia chorado tanto como chorou naquela manhã,

Sem saber o que falar, apenas aceitou a decisão de Ethan.

Sucedeu que, por alguns meses, ela já nem lembrava o que era sorrir, por conta do que ultimamente tinha vivido. Uma dor lenta e aguda do tipo que vem quando você se machuca constantemente com a mesma pessoa, você, finalmente, respira achando que o problema de ontem vai ficar no passado, quando, na verdade, é um problema de hoje, é um problema de amanhã e é o problema de todos os dias.

O sofrimento a fez mudar, durante os meses. Ela ficava com os meninos para preencher um vazio, mas nunca era preenchido. Alice tinha uma amiga chamada Luíza, que a chamou para viajar, ver o mar. Alice topou, a mãe autorizou. Então, elas foram juntas com os pais de Luíza. Divertiram-se muito. Quando estavam prestes a voltar para casa, passou um grupo de meninos e um deles chamou a atenção de Alice, que ficou encantada com ele. Então Luíza sugeriu, insistentemente, que Alice pegasse o contato do garoto. Como ele não tirava os olhos dela, ela resolveu aproximar-se dele para pedir-lhe o número para contato.

Chamava-se Miguel, o novo enamorado. Alice voltou-se para Luíza, que, desta vez, incentivou-a a ficar com ele, já que, provavelmente, não se veriam mais, até porque do lugar onde estavam para onde moravam ficava longe demais.

Alice e Miguel encontraram-se, e o encontro foi tão repentino que logo cada um seguiu seu caminho. Porém, ficaram trocando mensagens instantâneas, e as palavras trocadas revestiram-se de poder e desejo de reencontro. Miguel resolveu sair de sua cidade para fazer uma visita a Alice. O prazer de estarem juntos motivou novos olhares, abraços e por que não dizer beijos avassaladores, que dominam a razão pelo simples desejo da conexão amorosa. É certo dizer, porém, que Alice não compreendia seu próprio sentimento, talvez pelo medo de colocar esperança e ser machucada de novo. Miguel a tratava tão bem que às vezes tudo ficava em silêncio, e ela só pensava no quanto o queria, e com tudo isso, o sentimento se fortaleceu.

Pela primeira vez, ele disse que a amava. Alice ficou em silêncio por alguns minutos, pensando se também o amava e se queria, de fato, o amor correspondido. Ela disse, então, que o amava.

Dias depois, Miguel seguiu para a casa de Alice com o intuito de conversar com os pais dela e pedir-lhes Alice em namoro. Os pais consentiram de imediato.

Alice achava que nunca tinha sentido algo assim por ninguém, era algo novo para ela. Já havia sido machucada, nunca pensou que se sentiria totalmente consumida por outra pessoa, até ele chegar. Ele segurou-lhe a mão e afastou-a da escuridão, mostrando-lhe que não importa do que as almas deles sejam feitas – a dele e a dela são a mesma.

Finalmente, Alice encontrou o amor, alguém bom e o sonhado “felizes para sempre”, pois o destino só pode existir se alguém decide querer que ele aconteça.

A GESTÃO ESCOLAR E O TRABALHO COLETIVO

Por: Alexandra de Andrade G. M. Mantovani

A gestão escolar possui um importante papel de articulação entre as propostas que se insurgem dentro dos espaços escolares e suas concretizações de fato. Para efetivação das práticas educacionais, é necessário um equilíbrio entre as duas grandes áreas que permeiam o funcionamento da escola, a saber: a administrativa e a pedagógica.

Muitos diretores de escola afirmam que as exigências da parte administrativa e burocrática são muito grandes, impedindo o devido envolvimento e empenho nas questões pedagógicas. De outra banda, os coordenadores pedagógicos (que também compõem a gestão escolar) queixam-se que deles são solicitadas inúmeras tarefas de ordem burocrática, organizacional e disciplinar que dificultam sua dedicação a um trabalho de formação de professores e os faz cair numa certa frustração pelo “mundo das vozes” que ouve, que vê e que subentende, mas não consegue administrar. (CLEMENTI, 2001)

Com isso, não se pode negar que há um enfraquecimento do papel essencial da escola que é a formação integral e plena do aluno. Se questões administrativas estão sendo priorizadas em detrimento do fazer pedagógico, há, visivelmente, um desequilíbrio desastroso que impactará negativamente a comunidade escolar.

Os tempos atuais trazem demandas que exigem da gestão escolar “planejamento, direcionamento, comprometimento social” (CLEMENTI, 2001), e acolhimento das diversas experiências individuais. Trabalhar em conjunto e através de projetos é a saída mais plausível.

Tem-se percebido pessoas cada vez mais adoecidas, sucumbidas pelo uso indevido das tecnologias, do consumismo, valores líquidos, enfim, a sociedade está agonizando e a escola precisa estar fortalecida porque é no chão da Escola onde as crianças e jovens têm recebido socorro. Então pergunta-se: como estão os professores? Os diretores? Os Coordenadores pedagógicos? Chamamos Laurinda Ramalho de Almeida para dialogar conosco. Segundo ela: “Como seres humanos necessitamos ser cuidados e cuidar.”

E como se dão as relações de cuidar na relação pedagógica? Bem, as ações de cuidar envolvem sempre o comprometimento, a disponibilidade para conhecer as necessidades do outro naquele momento, naquele contexto determinado. Fazemos aqui uma observação: toda comunidade escolar precisa ser cuidada. Todos têm que ter disponibilidade para exercer a empatia.

Uma Gestão escolar permeada pela empatia gera um trabalho coletivo bastante exitoso. Porque a empatia gera afeto, o afeto gera respeito e o respeito gera autoridade. Autoridade com novo olhar, nova roupagem, de acordo com a visão de Vera Trevisan que diz: “a autoridade é construída nas relações interpessoais e, se a realidade se transforma permanentemente, a autoridade e sua forma de expressão carecem ser repensadas.”

Concluímos dizendo que a gestão escolar desempenhará um trabalho coletivo significativo quando construir projetos que abarcam toda comunidade escolar, atentando-se às fragilidades e dificuldades dos indivíduos e potencializando suas habilidades e competências. Isso certamente se converterá em sucesso.

Referências Bibliográficas

ALMEIDA, L. R. o projeto noturno. Incursões no vivido por educadores e alunos de escolas públicas que tentaram um jeito novo de caminhar. Tese (Doutorado em Psicologia da Educação). São Paulo, Pontifícia Universidade Católica, 1992.

CLEMENTI, N. A voz dos outros e a nossa voz. In: ALMEIDA, L. R.; PLACCO, V. M. N. de (Orgs.). O coordenador pedagógico e o espaço da mudança. 6ª Ed. São Paulo: Loyola, 2001, p. 53 – 66.

PLACCO, Vera M. N. S. SILVA, Sylvia H. S. A formação do professor: reflexões, desafios e perspectivas. In BRUNO, E. B. G., ALMEIDA, L. R., CHRISTOV, Luiza H. S. (orgs.). 4ª Ed., O coordenador pedagógico e a formação docente. São Paulo: Loyola, 2003.

CAMINHOS ENTRELAÇADOS

Fanfic baseada em Titanic, filme de longa-metragem dirigido por James Cameron.

Autora: Maria Clara Cardoso Silva, 2º B

CAPÍTULO 2 – O JANTAR

Jack e Rose caíram quando saíram da grade do navio e a situação se tornou engraçada. A equipe do navio escutou gritos de Rose e, ao averiguarem, acharam que tivesse acontecido algo duvidoso por Jack está sem paletó e em cima de Rose.

Tripulante: O que está acontecendo aqui? – perguntou com raiva.

Logo em seguida, Cal chegou e achou que Jack estivesse aproveitando-se de Rose, por isso partiu para cima de Jack, segurando na gola da camisa dele.

Cal: O que você pensa que está fazendo com minha noiva?

Jack: Eu não estava fazendo nada de mais.

Cal: Como assim nada de mais? Prendam este homem agora!

Quando o segurança colocou as algemas em Jack, Rose interpelou.

Rose: Espera… Este rapaz me salvou. Eu quase caí da grade quando eu… eu fui observar o motor – disse gaguejando.

Cal: O que? O motor?

Rose: Sim, Cal.

Segurança: Foi isso mesmo que aconteceu, rapaz? – mirou os olhos de Jack.

Jack: Sim, isso mesmo – falou com voz trêmula.

O segurança tirou as algemas de Jack.

Senhor Dominick, amigo de Cal, sugeriu algo interessante.

Dominick: Já que o rapaz salvou a Senhorita Rose, ele merece uma recompensa, não? – pergunta a Cal.

Cal, que já estava andando em direção ao quarto com Rose, parou.

Cal: Ah, é verdade, pode dar $20 (vinte dólares) a ele.

Dominick: Mas é muito pouco, Cal. afinal, ele salvou a vida de sua noiva.

Rose, vendo aquela enrolação de Cal, sugeriu algo melhor.

Rose: Por que ao invés de dar dinheiro, a gente não o convida para o jantar?

Cal: Tem razão. Senhor Jack pode ir ao jantar.

Jack: Obrigado! Mas eu não vou incomodar não, né?

Cal: Claro que não, Senhor Jack – fala com deboche.

Rose: Então pronto! Está tudo resolvido. Até o jantar, Sr. Jack.

Jack: Até, Senhorita.

Rose deu uma piscada para Jack e saiu com Cal.

Segurança: Senhor Jack Dawson, não é? Ainda me pergunto se foi isso mesmo que aconteceu, afinal como conseguiu tempo para tirar o paletó e desamarrar os sapatos.

Jack fica caldo e acende um cigarro.

No dia seguinte…

Jack e Rose foram dar uma volta no convés.

Jack: Então, nós já andamos mais ou menos 1 km pelo navio, falamos de tudo um pouco, sobre o tempo e de como eu fui criado, mas, sinceramente, eu acho que não é por isso que você veio falar comigo.

Rose: Senhor Dawson, eu… – ela é interrompida por Jack.

Jack: Me chame só de Jack.

Rose: Eu queria agradecer pelo que você fez, por dois motivos: primeiro, por ter-me puxado para dentro do navio e, segundo, por sua discrição.

Jack: Não foi nada.

Rose: Eu sei o que deve estar pensando: “pobre menina rica, o que ela sabe sobre o sofrimento?”

Jack: Não, de maneira alguma! Sinceramente, não era isso que eu estava pensando.

Rose: Então era o quê?

Jack: O que eu estava pensando era o que poderia ter acontecido para essa pobre menina achar que não tinha saída.

Rose: Bom, eu… Olha, foi tudo, foi o mundo em que eu vivo, e as pessoas que pertencem a ele, é a indiferença da minha vida, que me leva e me deixa incapaz de impedir isso.

Jack olha para o anel de Rose.

Jack: Nossa, olha só isso, você teria ido direto para o fundo.

Rose: Quinhentos convites já foram enviados. Todas as pessoas importante estarão lá. E tudo o que eu sinto é como se… como se eu estivesse no meio de uma sala gritando com toda a minha força e ninguém conseguisse me ouvir.

Jack: Você o ama (referindo-se a Cal)?

Rose fica confusa.

Rose: O que perguntou?

Jack: Você o ama?

Rose: Senhor Dawson, está sendo indiscreto, não deveria me fazer esse tipo de pergunta.

Jack: Por que? É uma simples pergunta. Responda sim ou não.

Rose faz uma risada sarcástica.

Rose: Esta conversa está muito inadequada.

Jack: É só responder.

Rose, já muito nervosa, responde.

Rose: Mas que absurdo! Olhe só, a gente não se conhece. Então, com certeza, não podemos ter esse tipo de conversa. Você, além de um desconhecido, é muito indiscreto e arrogante. E, agora, essa conversa já foi longe demais. Eu vou ter de ir embora, Senhor Jack Dawson. Foi um prazer! Eu vim para te agradecer e já agradeci.

Jack: E ainda me insultou.

Rose: Bom, você mereceu.

Jack: Claro, diz sarcasticamente.

Os dois dão um aperto de mão, mas nenhum dos dois sontam.

Jack: Ué, pensei que você estivesse indo…

Rose: Mas estou.

A situação constrangedora se torna engraçada. Rose, saindo do local, vira para Jack.

Rose: Espere… Eu não preciso ir. Essa é minha parte do navio, então, você que deve ir.

Jack: Hello! Ora, ora, ora (sarcasmo)! Quem está sendo arrogante agora hem?

Rose percebeu que perdeu o argumento. Viu que Jack estava segurando um caderno.

Rose: O que é essa coisa idiota que está segurando?

Ela pega, vê os desenhos de Jack.

Rose: Você é artista por acaso? Hum… São bons! – Rose fica encantada com o que vê. – Jack, é um trabalho incrível! São desenhos de mulheres francesas?

Jack: Pois é, mas não gostaram muito do desenho na velha Paris.

Rose: Paris? Você viaja muito, para um pob…, quer dizer, bom, para uma pessoa com poucos recursos.

Jack: Vai, anda, pobre, né? Pode falar – diz rindo.

Rose: Foram feitos com modelos, ao vivo? – pergunta, vendo o desenho de uma mulher.

Jack: Essas são uma das coisas boas em Paris. Muitas garotas querendo… bem, como eu posso dizer… ser desenhadas de forma um pouco ousada.

Rose: Gostou dessa mulher? Desenhou-a várias vezes – disse ao passar mais um desenho.

Jack: Bom… Ela tinha belas mãos.

Rose: Acho que você teve um relacionamento amoroso com ela, não teve?

Jack: Não, não, não. Só com as mãos. Ela era uma mulher da vida, vamos dizer assim.

Rose ficou indignada por ouvir Jack dizer isto.