Madrugada

Eu tenho medo da morte
Ela não me traz calma
Por isso não tenho sorte
Ela quer levar minha alma.

Perto de um cemitério
Havia um menino e uma garota
Ele tinha muito mistério
E de uma árvore caiu uma gota.

Madrugada de treze de janeiro
Rezo sonhando o ofício na janela
Meu pai, nessa hora, junto a mim morria.

E saí para ver a natureza
Em tudo o mesmo abismo
De beleza, nenhuma névoa no estrelado céu.

Poema produzido pelos alunos José Willian Mendes da Silva e Joalisson Trajano dos Santos, do 2º Ano do Ensino Médio, da EEEFM John Kennedy, durante o Projeto INTROSPECÇÃO POÉTICA DE AUGUSTO DOS ANJOS NOS EUS DO SÉC. XXI

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