Agora, nada é como antigamente E o libertador da nossa morte Soa como um zumbido. Será o nosso passaporte? Não posso viver como antes, infelizmente. Como prever o futuro num presente de ingratidão? Porque agora estamos tão entristecidos Onde, então, estaremos agradecidos? Antes contentes, agora pura solidão. Eu vivendo só na minha amargura É mais cansativo mostrar minha figura E, na verdade, minha cabeça grita constantemente. E como um grito de emoções na minha cabeça Mesmo com um vazio peço que me esqueça Não quero viver o passado e sim o presente. . Poema produzido pelas alunas Kezia Barbosa de Oliveira Paz e Thaize Kauanne Araújo dos Santos, do Ensino Médio, da EEEFM John Kennedy, durante o Projeto INTROSPECÇÃO POÉTICA DE AUGUSTO DOS ANJOS NOS EUS DO SÉC. XXI.